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Igrejas relevantes numa sociedade em crise

 
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Publicado por em 26 de Agosto de 2011 in Church Planting, Missões, Religião

 

Plantando uma igreja relevante

 
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Publicado por em 1 de Agosto de 2011 in Church Planting

 

O Evangelho e a cultura (02)

Quando a Cultura Vira Evangelho

Augustus Nicodemus Lopes, Ph.D
O relacionamento dos cristãos com a cultura na qual estão inseridos sempre representou um grande desafio para eles. Opções como amoldar-se, rejeitar a cultura, idolatrá-la ou tentar redimi-la têm encontrado adeptos em todo lugar e época. Em nosso país, com uma cultura tão rica, variada e envolvente, o desafio parece ainda maior nos dias atuais. Como aqueles que crêem em Jesus Cristo e adotam os valores bíblicos quanto à família, trabalho, lazer, conhecimento e as pessoas em geral podem se relacionar com esta cultura?
Existem muitas definições disponíveis e parecidas de cultura. No geral, define-se como o conjunto de valores, crenças e práticas de uma sociedade em particular, que inclui artes, religião, ética, costumes, maneira de ser, divertir-se, organizar-se, etc.
Os cristãos acrescentam um item a mais a qualquer definição de cultura, que é a sua contaminação. Não existe cultura neutra, isenta, pura e inocente. Ela reflete a situação moral e espiritual das pessoas que a compõem, ou seja, uma mistura de coisas boas decorrentes da imagem de Deus no ser humano e da graça comum, e coisas pecaminosas resultantes da depravação e corrupção do coração humano. Toda cultura, portanto, por mais civilizada que seja, traz valores pecaminosos, crenças equivocadas, práticas iníquas que se refletem na arte, música, literatura, cinema, religiões, costumes e tudo mais que a compõe.
Deste ponto de vista a definição de cultura é bem próxima à definição que a Bíblia dá de “mundo,” a saber, aquele sistema de valores, crenças, práticas e a maneira de viver das pessoas sem Deus. Poderíamos dizer que “mundo” compreende os traços da cultura humana que refletem a sua decadência moral e espiritual e seu antagonismo contra Deus.
De acordo com João as paixões carnais, a cobiça e a arrogância do homem marcam o mundo. Como tal, o mundo é frontalmente inimigo de Deus e os cristãos não devem amá-lo:
1João 2:15-16 – “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo.”
Tiago vai na mesma linha:
Tiago 4:4 – “Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus”.
Escrevendo aos romanos, Paulo os orienta a não se moldarem ao presente século – um conceito escatológico do mundo presente, debaixo da lei e do pecado e caminhando para seu fim:
Romanos 12:2 – “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.
O próprio Jesus ensinou que o mundo o odeia e odeia aqueles que são seus dicípulos, pois não são do mundo:
João 15:18-19 – “Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim. Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo,  pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia”.
Não é de se estranhar, portanto, que aqueles cristãos que levam a Bíblia a sério sempre tiveram uma atitude, no mínimo, cautelosa em relação à cultura, por perceberem nela traços da corrupção humana – ou seja, do mundo.
Ao mesmo tempo em que a Bíblia define o mundo de maneira negativa, ela admite que existem coisas boas na sociedade em decorrência do homem ainda manter a imagem de Deus – em que pese a Queda – e em decorrência de Deus agir na humanidade em geral de maneira graciosa. Deus concede às pessoas, sendo elas cristãs ou não, capacidade, habilidades, perspicácia, criatividade, talentos naturais para as artes em geral, para a música – enfim, aquilo que chamamos de graça comum. É interessante que os primeiros instrumentos musicais mencionados na Bíblia aparecem no contexto da descendência de Caim (Gênesis 4:21) bem como os primeiros ferreiros (4:22) e fazedores de tendas (4:20). Paulo conhecia e citou vários autores da sua época, que certamente não eram cristãos (Epimênides, Tt 1:12; Menander, 1Cor 15:32; Aratus, Acts 17:28). Jesus participou de festas de casamento (João 2) e Paulo não desencorajou os crentes de Corinto a participar de refeições com seus amigos pagãos, a não ser em alguns casos de consciência (1Co 10:27-28).
Portanto, a grande questão sempre foi aquela do limite – onde eu risco a linha de separação? Até que ponto os cristãos podem desfrutar deste mundo, até onde podem se amoldar à cultura deste mundo e fazer parte dela?
Dá para ver porque ao longo da história a Igreja cristã foi considerada algumas vezes como obscurantista, reacionária, um gueto contra-cultural. Nem sempre os seus inimigos perceberam que os cristãos, boa parte do tempo, estavam reagindo ao mundo, àquilo que existe de pecaminoso na cultura, e não à cultura em si. Quando missionários cristãos lutam contra a prática indígena de matar crianças, eles não estão querendo acabar com a cultura dos índios, mas redimi-la dos traços que o pecado deixou nela. Eles estão lutando contra o mundo. Quando cristãos criticam Darwin, não estão necessariamente deixando de reconhecer sua contribuição para nosso conhecimento dos processos naturais, mas estão se posicionando contra a filosofia naturalista que controlou seu pensamento. Quando torcem o nariz para Jacques Derrida, não estão negando sua correta percepção das ambigüidades na linguagem, mas sua conclusão de que não existe sentido num texto. Gosto de Jorge Amado mas abomino seu gosto pela pornografia,
Por ignorarem ou desprezarem a presença contaminadora do mundo na cultura é que alguns evangélicos identificam a cultura como a expressão mais pura e autêntica da humanidade. Assim, atenuam – e até negam – a diferença entre graça comum e graça salvadora, entre revelação natural e revelação especial. Evangelizar não é mais chamar as pessoas ao arrependimento de seus pecados – refletidos inclusive em suas produções culturais, poéticas, artísticas e musicais – mas em afirmar a cultura dos povos em todos os seus aspectos. O Reino de Deus é identificado com a cultura. Não há espaço para transformação, redenção, mudança e transformação – fazê-lo seria mexer com a identidade cultural dos povos, a sua maneira de ser e existir, algo que com certeza deixaria antropólogos de cabelo em pé.
A contextualização sempre foi um desafio para os missionários e teólogos cristãos. De que maneira apresentar e viver o Evangelho em diferentes culturas? Pessoalmente, acredito que há princípios universais que transcendem as culturas. Eles são verdadeiros em qualquer lugar e em qualquer época. Adultério, por exemplo, é sempre adultério. Pregar o Evangelho numa cultura onde o adultério é visto como normal significa identificá-lo como pecado e lutar contra ele, buscando redimir os adúlteros e adúlteras e restaurar os padrões bíblicos do casamento e da família. Enfim, redimir e transformar a cultura, fazê-la refletir os princípios do Reino de Deus.
Nem sempre isto é fácil e possível de se fazer rapidamente. Missionários às tribos africanas onde a poligamia é vista como normal que o digam. O caminho possível tem sido tolerar a poligamia dos primeiros convertidos, para não causar um problema social grave com a despedida das esposas. Mas a segunda geração já é ensinada o padrão bíblico da monogamia.
É preciso reconhecer que nem sempre os cristãos conseguiram perceber a distinção entre mundo e cultura. Historicamente, grupos cristãos têm sido contra a ciência, a arte, a música e a literatura em geral, sem fazer qualquer distinção. Todavia, estes grupos fundamentalistas não representam a postura cristã para com a cultura e nem refletem o ensino bíblico quanto ao assunto. Os reformados, em particular, caracteristicamente sempre se mostraram sensíveis às artes e viam nelas uma manifestação da graça comum de Deus à humanidade. Apreciavam a pintura, a música, a poesia e a literatura. Entre eles, temos os puritanos. Cabe aqui a descrição que C. S. Lewis fez deles:
Devemos imaginar estes puritanos como o extremo oposto daqueles que se dizem puritanos hoje. Imaginemo-los jovens, intensamente fortes, intelectuais, progressistas, muito atuais. Eles não eram avessos a bebidas com álcool; mesmo à cerveja, mas os bispos eram a sua aversão. Puritanos fumavam (na época não sabiam dos efeitos danosos do fumo), bebiam (com moderação), caçavam, praticavam esportes, usavam roupas coloridas, faziam amor com suas esposas, tudo isto para a glória de Deus, o qual os colocou em posição de liberdade. (…) [Os puritanos eram] jovens, vorazes, intelectuais progressistas, muito elegantes e atualizados … [e] … não havia animosidade entre os puritanos e humanistas. Eles eram freqüentemente as mesmas pessoas, e quase sempre o mesmo tipo de pessoa: os jovens no movimento, os impacientes progressistas exigindo uma “limpeza purificadora”.[1]
O grande desafio que Jesus e os apóstolos deixaram para os cristãos foi exatamente este, de estar no mundo, ser enviado ao mundo, mas não ser dele (Jo 17:14-18). Implica em não se conformar com o presente século, mas renovar-se diariamente (Rm 12:1-3), de não ir embora amando o presente século, como Demas (2Tm 4:10). É ser sal e luz.
Para os que deixam de levar em conta a presença da corrupção humana na cultura, os poetas, músicos, artistas e cientistas se tornam em sacerdotes, a produção deles em sacramento e costurar e tecer em  evangelização.
NOTA
[1] Citado por Douglas Wilson em “O Puritano Liberado,” Jornal Os Puritanos 5/1 (1997) e por L. Ryken, Santos no Mundo, pp. 19, 177.

Fonte: http://tempora-mores.blogspot.com/2011/02/quando-cultura-vira-evangelho.html

 
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Publicado por em 19 de Março de 2011 in Sem categoria

 

O Evangelho e a cultura (01)

 
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Publicado por em 19 de Março de 2011 in Sem categoria

 

150 anos da Igreja Presbiteriana do Brasil

 
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Publicado por em 21 de Maio de 2009 in Church Planting, Missões, Religião

 

Conheça a IPB

 
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Publicado por em 5 de Setembro de 2008 in Church Planting

 

Filosofia de Missões da IPB

TEOLOGIA

a.       Fazer missão é levar o evangelho do Senhor Jesus Cristo em sua totalidade para o suprimento e resgate do ser humano em sua totalidade no Brasil e no mundo. Conforme o propósito e o alvo do Pacto de Lausanne, cujo lema foi: O Evangelho todo para o homem todo – (The Whole Gospel for the Whole Man), diz:

b.       A natureza da missão: é a comunicação das boas novas de Deus em Cristo;

c.        O propósito da missão: é dar aos indivíduos e povos uma válida oportunidade de ouvir do amor de Deus por eles;

d.       O alvo da missão: é introduzir homens e mulheres de todas as raças, povos e etnias na comunidade dos remidos do Senhor.

e.        De acordo com a Confissão de Fé de Westminster, no seu capítulo XXXV, que trata do “Amor de Deus e das Missões, assim prescreve:

                                                               i.      Em seu amor infinito e perfeito – e tendo provido no pacto da graça, pela mediação e sacrifício do Senhor Jesus Cristo, um caminho de vida e salvação suficiente e adaptado a toda a raça humana decaída como esta – Deus determinou que a todos os homens esta salvação de graça seja anunciada no Evangelho. Ref. Jo.3:16; ! Tim. 4:10; Mc. 16. 15

                                                              ii.      No Evangelho, Deus proclama o seu amor ao mundo, revela clara e plenamente o único caminho da Salvação, assegura vida eterna a todos quantos verdadeiramente se arrependem e crêem em Cristo, e ordena que esta salvação seja anunciada a todos os homens a fim de que conheçam a misericórdia oferecida e, pela ação do Seu Espírito a aceitem como dádiva da graça. Ref. Jo. 3: 16 e 14:6; At. 4:12; I Jo. 5: 12; Mc. 16: 15; Ef. 2:4, 8, 9.

                                                            iii.      As Escrituras nos asseguram que os que ouvem o Evangelho e aceitam imediatamente os seus misericordiosos oferecimentos, gozam os eternos benefícios da salvação; porém, os gue continuam impenitentes e incrédulos agravam a sua falta e são os únicos culpados pela sua perdição. Ref. Jo.5:24 e 3:18

                                                            iv.      Visto não haver outro caminho de salvação a não ser o revelado no Evangelho e visto que, conforme o usual método de graça divinamente estabelecido, a fé vem pelo ouvido que atende a Palavra de Deus, Cristo comissionou a sua Igreja para ir por todo o mundo e ensinar a todas as nações. Todos os crentes, portanto, têm por obrigação sustentar as ordenanças religiosas que já estiverem estabelecidas e contribuir, por meio de suas orações e ofertas e por seus esforços, para a dilatação do Reino de Cristo por todo o mundo. Ref. Jo. 14:6; At. 4:12; Rom. 10: 1 7; Mt. 28: 19, 20; 1 Cor.4:2; II Cor. 9:6, 7, 10.

ESTRATÉGIAS:

       A IPB como igreja em missão, através dos seus órgãos criados e aprovados pelo SC/IPB, JMN, PMC, CNE e APMT. A filosofia de missão da IPB, envolvendo esses quatro órgãos, reafirma os seguintes pressupostos.

a.       O evangelho é a mensagem a ser pregada no idioma ou na língua de cada povo e usando os veículos de comunicação adequados ao público alvo, sem alterar o conteúdo do evangelho e nem sofrer detrimento na comunicação;

b.       É dever do cristão, que professa a fé reformada, pregar o evangelho e viver uma vida coerente com a fé que professa;

c.        Os recursos da IPB na área de missão devem priorizar e assegurar, a médio e longo prazo, a continuidade da obra missionária, de modo a garantir a execução dos projetos e dar inicio a novos projetos;

d.       Os órgãos da IPB envolvidos em missão devem trabalhar em harmonia, respeitadas suas respectivas vocações missionárias;

e.        Envidar todos os esforços para que os trabalhos missionários adquiram sua automanutenção, autogoverno e autopropagação; desenvolver campanhas permanentes de divulgação do trabalho missionário em todas as igrejas da IPB, conscientizando-as de que elas formam a base eclesial para a realização da missão no mundo. Despertando-as para a obra missionária e motivando-as a orar, despertar vocações e participar financeiramente da obra;

f.        Os Órgãos Missionários terão liberdade de criar programas para a captação de recursos para manter os seus projetos aprovados;

AÇÃO MISSIONARIA E AS ÁREAS DE ATUAÇÃO.

a.       APMT;

                                                               i.      Definir o campo de trabalho dentro da visão de Deus para o testemunho da IPB em outros países e os de caráter transcultural quando no Brasil;

                                                              ii.      Trabalhar em parceria, dentro do possível, com as igrejas reformadas ou presbiterianas já existentes nos países, dando conhecimento a CRIE/IPB;

                                                            iii.      Dar ao missionário, sempre que possível, o status de reconhecimento dos órgãos públicos e corpos diplomáticos;

                                                            iv.      Esforçar-se para garantir o seguro de vida, saúde e seguridade;

                                                             v.      Recrutar missionários oriundos da IPB, não enviar missionários que não sejam da IPB, ou estabelecendo acordo de sustento de missionário de outra denominação;

                                                            vi.      Estabelecer padrões de sustento missionário, baseados na realidade de cada região;

                                                          vii.      Abrir campos missionários seguindo o seu planejamento estratégico de ação Global.

b.       CNE:

                                                               i.      Coordenar todo o trabalho de evangelização da IPB a nível nacional;

                                                              ii.      sugerir aos concílios medidas que agilizem e melhorem a evangelização a nível sinodal e presbiterial;

                                                            iii.      Motivar e treinar as lideranças das igrejas locais, ensinando métodos e técnicas para evangelização de grupos específicos;

                                                            iv.      Produzir literatura, folhetos e criar condições para uso de meios de comunicação, como rádio, TV, Internet, teatro, etc., para serem utilizados inteligentemente na evangelização;

                                                             v.      Promover congressos missionários de âmbito nacional juntamente com os demais órgãos missionários dando ciência à mesa do SC.

c.        JMN:

                                                               i.      Plantar igrejas em campos pioneiros no Brasil e transferir para os Presbitérios em momento próprio;

                                                              ii.      Esforçar-se para garantir o seguro de vida, saúde e seguridade;

                                                            iii.      Recrutar missionários oriundos da IPB, não enviar missionários que não sejam da IPB e não estabelecer acordo de sustento de missionários de outra denominação;

                                                            iv.      Estabelecer o padrão de sustento missionário, baseado na realidade de cada região, com aprovação do Comitê Gestor do Fundo Missionário;

                                                             v.      Abrir campos missionários seguindo seu planejamento estratégico de ação nacional.

d.       PMC:

                                                               i.      Estabelecer parcerias para plantação de novas igrejas, no Brasil; priorizando as regiões com menor densidade de membresia da Igreja Presbiteriana do Brasil;

                                                              ii.      Estabelecer parcerias visando à revitalização de congregações nos termos do item anterior;

                                                            iii.      Estabelecer as condições para parcerias, a fim de atender a realidade de cada região;

                                                            iv.      Avaliar os projetos que estão sendo executados em parcerias;

                                                             v.      Analisar os projetos de parcerias enviadas por Igrejas e Presbitérios, sempre com uma contra partida do proponente, em termo ideal de 50% para cada participante. Em casos especiais, a critério do PMC, percentuais diferenciados poderão ser aprovados.

 FUNDO MISSIONÁRIO E COMITÊ GESTOR:

a.       O fundo missionário será composto, no quadriênio, do repasse da tesouraria da IPB do valor equivalente a 52% dos dízimos arrecadados das Igrejas, acrescidos das ofertas ou doações com fins missionários, não consignados e de outros recursos atribuídos anteriormente ao Fundo Missionário Cooperativo, não podendo a Tesouraria da IPB utilizar-se dos recursos pertencentes ao Fundo.

b.       O fundo missionário terá um comitê gestor próprio, constituído de dois representantes de cada um dos órgãos missionários (APMT, CNE, JMN e PMC) de dois representantes da Junta Patrimonial Econômica e Financeira (JPEF) e do tesoureiro do SC/IPB;

c.        Ao Comitê Gestor caberá administrar os recursos do Fundo Missionário e aprovar os projetos oriundos dos órgãos missionários;

d.       O Presidente e o Secretario do Comitê Gestor serão eleitos dentre os seus membros com alternância anual;

e.        Aos órgãos missionários caberá a execução dos projetos aprovados apresentando relatórios deles ao Comitê Gestor;

f.        Determinar que o Comitê Gestor não aprovará ações dos órgãos que não sejam oriundos de projetos, incluindo aqueles que apontam gastos administrativos de cada órgão.

g.        O Comitê Gestor prestará relatório anual à CE-SC/IPB e quadrienalmente ao SC/IPB, assim como os órgãos missionários, conforme estatuto e regimentos internos.

 
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Publicado por em 31 de Agosto de 2008 in Church Planting

 
 
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